Sim! Agora eu sou um feliz proprietário de um iPhone! Estou com o aparelho há alguns dias e posso garantir que ele é tudo que esperava e que ele vale todo o hype criado ao seu redor. O ato de controlar a interface com os dedos é uma experiência única, que te dá um sentimento de poder muito interessante sobre a tecnologia; a qualidade absurda da tela também ajuda nesse aspecto. Todos os curiosos que pegam o aparelho para brincar têm a mesma reação: êxtase completo, provavelmente seguido de inveja mortal. Acho que esse fato sozinho mostra o quão revolucionário o telefone realmente é e como ele elevou em muitos quilômetros o nível de celulares.
Não vou falar das features porque acho que todo mundo já sabe tudo que o telefone faz, mas muitos devem estar se perguntando como eu fiz o desbloqueio do aparelho — pelo menos é o que 90% das pessoas da faculdade e os meus amigos me perguntaram. Então vamos a uma sucinta explanação.
O processo de desbloqueio não é nada complicado em si, mas o problema é que as informações estão espalhadas pela web e até você entender o que tem que fazer e conseguir baixar o que precisa, já se foram algumas horas.
- Ativação: Depois de tirar o iPhone da caixa, a primeira etapa é usar o programa iNdependence (Mac OS X) para ativar o celular. Esse programa permite dar um bypass no iTunes e nos servidores da AT&T. Feita a ativação, você poderá utilizar todas as features do aparelho com exceção das relacionadas ao telefone em si. O arquivo ‘readme’ explica tudo direitinho e passo-a-passo.
- Desbloqueio: Para desbloquear o iPhone utilizei o iPhoneSimFree, que é a versão paga do desbloqueio por software. Custa 60 doletas, mas vale a pena — é só clicar e esperar. Existe também uma versão gratuita para desbloqueio (anySIM), mas achei que ela era bem mais complicada e escolhi por não arriscar estragar o iPhone e jogar dinheiro no lixo.
Estou rodando ele na Claro, mas também já testei na TIM. Todas as funções funcionam perfeitamente.
