O Second Life é. Uma bolhazinha, mas que vai estourar e não vai demorar muito. Todo o hype rolando ao redor do jogo não corresponde ao que ele realmente é. Pelas palavras de Michael Arrington:
I’m a Second Life fan, but sometimes the hype gets to be a little too much. At any given time up to 20,000 or so people are logged in to the service. That’s not enough adoption to justify putting Second Life in the same sentence as Mosaic and Mozilla just yet. Today, it’s the playground for just a few hard core users who can live with an annoying server lag and who, apparently, spend at least some of their time gleefully throwing penises at others. Second Life is a really fancy hosting business, since their main revenue source is renting servers for people who buy islands and other real estate.
Quando todas as empresas que estão investindo no jogo perceberem isso, vai ser tarde pra muita gente. Eu sou um fã de jogos, mas sou realista; a adoção de jogadores nunca vai ser o suficiente para o jogo se tornar uma mídia assaz atraente, pagar investimentos e gerar lucros sustentáveis e suculentos. E mesmo que a adoção seja grande, os jogadores dispostos a gastar dinheiro com o jogo e a consumir os produtos anunciados farão parte da minoria. A geração que cresceu jogando videogame é também aquela que menos ouve as baboseiras das grandes corporações; ela não acredita em grandes eventos caros e outdoors, mas sim no que seus amigos indicam e falam que é bom (viral marketing, etc.). Desculpem-me, mas um banco que tenta emular um espírito cool colocando uma agência em um mundo virtual só está dificultando a minha conversão em cliente.
Get a First Life
Darren Barefoot lançou uma sátira muito engraçada sobre o jogo: Get a First Life.
